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Programa de excelência

Iniciado há 15 anos, o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do Instituto de Ensino e Pesquisa Santa Casa BH foi criado para formar, de maneira segmentada, mestres e doutores nas áreas de medicina e biomedicina. Neste período, foram defendidas 118 dissertações de Mestrado e 24 teses de Doutorado. Promovendo pesquisas conjuntas e constantes intercâmbios de estudantes e professores, o programa mantém atualmente 4 convênios nacionais e 9 convênios internacionais.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES concedeu conceito 4 ao Programa de Pós-Graduação do IEP Santa Casa BH na avaliação do último triênio (2010 – 2012). O conceito é re novado a cada 3 anos e reafirma que a institui ção está apta   a ministrar os cursos oferecidos.

Segundo o coordenador do Programa de Pós-Graduação, dr. José Augusto Nogueira, os alunos egressos do IEP Santa Casa BH estão ocupando postos importantes em diferentes esferas em todo o país. Com 17 professores pesquisadores, a unidade desenvolve projetos de pesquisas imunológicas, genéticas, epidemiológicas e toxicológicas. “São projetos desenvolvidos para geração de conhecimento, inovação e desenvolvimento de novos processos ou produtos”, completou dr. José Augusto.

Os alunos do IEP Santa Casa BH contam com a maior estrutura clínica, no Brasil, disponibilizada por uma única instituição, reunindo a Santa Casa BH, o Hospital São Lucas e o Centro de Especialidades Médicas Santa Casa BH, além do laboratório multiusuário de pesquisa e seus anexos (Biotério, Biobanco e Centro de Citometria de Fluxo).

As pesquisas desenvolvidas pela unidade são mantidas com financiamento de agências de fomento (CAPES, FAPEMIG, CNPq, NIH, WHO). Entre os diversos trabalhos realizados até então, destaque para a pesquisa desenvolvida pelo professor Marcus Vinícius Gómez (divulgada primeiramente em 2010) sobre a geração de produtos de controle da dor através de frações de toxina da aranha-armadeira Phoneutria nigriventer: uma fração de seu veneno age impedindo a entrada de cálcio nos terminais nervosos e, consequentemente, inibindo a liberação do glutamato, um neurotransmissor presente no líquor da medula espinhal. A ação terapêutica desta substância, patenteada com o nome de Ph-alfa-1beta, vem sendo estudada há cerca de 20 anos pelo pesquisador.

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